segunda-feira, 21 de maio de 2012


Esse vídeo tem o objetivo de nos tirar do conformismo, hoje se fala muito de ter um mundo sustentável, mas muitas pessoas alegam não saber como praticar tais atitudes. As informações estão ao um clique com essa tecnologia e o compartilhamento de práticas sustentáveis para um mundo melhor também, basta cada um fazer a sua parte. O nosso futuro depende da nossa atitude de hoje. Vamos agir?Rápido!!!
Rachel Santana

Parque Madureira, um paraíso natural no coração do subúrbio do Rio

O bairro de Madureira, no subúrbio do Rio de Janeiro, vai ganhar um parque sustentável. A área de 93 mil m² já recebeu o selo  Acqua, a primeira certificação de construção ecologicamente correta seguindo leis brasileiras, conforme mostrou o RJTV nesta quinta-feira (17).Está previsto para inauguração em junho,é importante ressaltar, que este parque tem um sistema contra o desperdício de água: ela é liberada por um sistema automatizado ligado a uma estação meteorológica. Se o tempo estiver úmido, o sistema libera pouca quantidade de água.  E ainda irá fazer reaproveitamento das águas das chuvas para a irrigação das áreas verdes.Esse é a penas um exemplo para percebemos que devemos ter uma nova visão de mundo e de tudo o que usufruímos dele. E que todos nós ficamos satisfeito quando percebemos que o governo está se atentando efetivamente para tais mudanças.Esperamos que tudo seja levado mais a sério de agora em diante, e que não vire apenas um modismo. 

http://g1.globo.com/rio-de-janeiro/noticia/2012/05/madureira-vai-ganhar-parque-sustentavel-no-rio.html

Rachel Santana

quarta-feira, 16 de maio de 2012

ÁGUA, FONTE DA VIDA!



Esse vídeo tem por objetivo  a conscientização de todos nós sobre o uso da água e a escassez que vem ocorrendo no nosso planeta devido ao mau uso desse recurso natural tão importante para a sobrevivência humana. Vamos pensar nisso com muito carinho e atenção pois esse recurso é a fonte da vida!  Planeta Água, até quando???

Angela Vidal

sexta-feira, 11 de maio de 2012

ÁGUAS INTERNACIONAIS

Negociadores brasileiros pretendem fazer com que conferência da ONU no Rio regulamente até pesquisas em águas internacionais

Navio de pesquisa navega em águas norueguesas: Brasil quer proteger diversidade genética de águas internacionaisScience
RIO - A Rio+20 deverá criar uma nova regulamentação para as águas internacionais, afirmou nesta sexta-feira a Ministra de Meio Ambiente, Izabella Teixeira, em encontro com jornalistas realizado no Jardim Botânico do Rio. O objetivo é fazer com que a conferência das Nações Unidas sobre o Desenvolvimento Sustentável crie mecanismos para proteger a diversidade genética em águas marinhas.
- O Brasil luta por uma mudança de patamar em relação aos oceanos e quer sair da conferência com um novo acordo em relação a águas internacionais, com uma nova visão em relação à biodiversidade das águas marinhas. Se der tudo certo, isto está em processo de negociação, será mais um legado da Rio+20 – disse a ministra.
De acordo com o secretário-executivo da Comissão Nacional da Rio+20, embaixador Luiz Alberto Figueiredo, as novas normas incluirão regras para pesquisas científicas em águas internacionais, criando um acordo adicional à convenção do mar.
- Este é um debate novo e que, no nosso ponto de vista, requer (a criação de) uma legislação específica – afirmou o embaixador. - A convenção do mar não fala em recursos genéticos. É uma lacuna que precisa ser preenchida em benefício da humanidade como um todo, e não daquele que chegar mais rápido. Já há pesquisas sendo feitas pelo Japão, Estados Unidos e Europa.
Especialistas ressaltam que a biodiversidade dos mares corre sério risco com a exploração insustentável de seus recursos naturais. O problema é ainda mais grave em águas internacionais, onde praticamente não há fiscalização.
- Os países que com as melhores condições e bons navios oceanográficos se adiantam e fazem patentes. Só recentemente começamos a dar mais importância ao mar e a descer a profundidades maiores – ressaltou o professor e coordenador dos cursos de pós-graduação em gestão ambiental da Escola Politécnica da UFRJ Haroldo Mattos de Lemos
A indústria farmacêutica é uma das maiores interessadas nas moléculas de seres vivos marinhos, disse o professor do curso de Oceanografia e Biologia da Univali André Barreto:
- Há um potencial econômico. Grande parte dos fármacos vem de algum princípio ativo encontrado na natureza, muitas vezes plantas. O ambiente marinho vem sendo muito pesquisado em busca de novas biomoléculas. No momento em que um laboratório faz um sequenciamento genético pode criar a patente de uma molécula.
Além de regulamentar a pesquisa em águas internacionais, ambos especialistas defendem a importância de controlar com mais rigor a pesca. De acordo com Barreto, a diminuição excessiva de populações de peixes e a extinção de algumas espécies por causa da atividade pesqueira também comprometem a diversidade genética.
- Quando o número de peixes de uma espécie é reduzido, sua diversidade genética também cai. Neste caso, quando o ambiente se altera, este organismo fica com menos capacidade de responder às mudanças – concluiu Barreto.


Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/rio20/brasil-quer-que-rio20-proteja-biodiversidade-genetica-dos-mares-4876137#ixzz1ucZf1H00
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José Arthur Aragão e Nelma Barcelos

quinta-feira, 10 de maio de 2012







Papel de parede Surfando rápido em papéis, fotos e imagens


Apesar da fama de “ecologicamente corretos”, os surfistas muitas vezes nem imaginam que a prancha de Surf é um dos materiais esportivos que na sua composição e fabricação mais agridem a natureza.

Como solução para esse problema, o surfista Daniel Aranha, resolveu produzir a e-board, uma prancha sustentável, com materiais recicláveis e menos agressivos a natureza. A partir de 2008 ele começou a projetar e fazer os primeiros testes, e após descartar mais de 50 protótipos chegou ao material próximo ao ideal, montou sua empresa, a Surfworks, e começou a comercializá-la, inicialmente vendendo para alguns países (África do Sul, Austrália e Estados Unidos), e também na Loja da Osklen e algumas ONGs.

As matérias primas alternativas são:

  • Solvente a base de água.
  • Tintas feitas com corantes naturais.
  • Madeiras de origem certificada.
  • Pranchas que depois de usadas são recicladas inteiramente.

E no processo de fabricação:

·         Tudo o que sobra do bloco da prancha é transformado em sabonete.

·         O que não é usado da resina vira cartão de apresentação.

·         As quilhas da prancha são fabricadas por participantes de um projeto social ambiental.

E parte do lucro resultante deste trabalho é doado para projetos de preservação

 Resumo da matéria apresentada por Daniella Cornachione para a Revista Época, em Dezembro 2010

 Angela Vidal



SEGUE ALGUMAS DICAS DO PROJETO BRASIL DAS ÁGUAS PARA ECONOMIZAR ÁGUA:


                                                  




  • Ao tomar banho: um banho demorado chega a gastar de 95 a 180 litros de água. Banhos curtos economizam água e energia elétrica.
  • Ao escovar os dentes: com a torneira aberta, o gasto é de até 25 litros. Primeiro escove e depois abra a torneira para encher um copo com a quantidade necessária para o enxágüe.
  • Ao apertar a descarga: uma válvula de privada no Brasil chega a utilizar 20 litros de água em um único aperto. Por isso aperte apenas o tempo necessário.
  • Ao usar as torneiras: uma torneira aberta gasta de 12 a 20 litros de água por minuto e se estiver pingando são 46 litros por dia.
  • Ao lavar louças: lavar as louças, panelas e talheres com a torneira aberta o tempo todo acaba desperdiçando até 105 litros. O certo é primeiro escovar e ensaboar e depois enxaguar tudo de uma só vez.
  • Ao lavar calçadas: muitas pessoas utilizam a mangueira como vassoura, desperdiçando água tratada na lavagem das calçadas. Use a vassoura e quando necessário um balde ao invés de deixar a mangueira aberta o tempo todo.
  • Ao lavar roupas: apenas use a máquina de lavar quando estiver bem cheia.
  • Ao lavar o automóvel: gasto médio de 560 litros em 30 minutos. Lavar apenas quando for realmente preciso, usando um balde em vez de mangueira, e economiza será de 520 litros.
  • Ao molhar plantas: primeiro, consulte a meteorologia para ver se vai chover! Regar somente o necessário usando um esguicho tipo "revólver", que libera a água só quando adicionado. Armazena a água da chuva para molhar suas plantas.
  • www.brasildasaguas.com.br

    Angela Vidal





    Pedra Branca, um bairro sustentável na Grande Florianópolis



    Crédito: by Galeria de Fotos www.cidadepedrabranca.com.br

    O projeto Pedra Branca, teve início no ano 2000 e incorporou conceitos que transformaram o território num novo centro para a região Grande Florianópolis e forneceram todas as funções básicas para as necessidades de seus moradores, trazendo novas tecnologias para o planejamento urbano e a construção sustentável local.


    O projeto Pedra Branca, na cidade de Palhoça, teve início no ano 2000 e incorporou conceitos que transformaram o território num novo centro para a região Grande Florianópolis e forneceram todas as funções básicas para as necessidades diárias de seus moradores, trazendo novas tecnologias para o planejamento urbano e a construção sustentável local.

    Os edifícios são dotados de tecnologias alternativas, com certificação ambiental e materiais recicláveis, buscam reduzir os gastos e impactos decorrentes do consumo de energia, água e produtos em geral, priorizando, também, o maior conforto. As ruas priorizam a bicicleta e o pedestre e a acessibilidade local dispensa o carro no transporte diário. O objetivo maior é se tornar uma região com emissão de carbono zero.
    Após a participação em eventos na área, os empreendedores do projeto aprimoraram a visão de uma cidade exemplo em sustentabilidade, se tornando um modelo para o mercado brasileiro. Dessa forma, esse novo conceito buscou integrar as diferentes funções das cidades num único espaço: morar, trabalhar, estudar e se divertir.
    Com isso, o projeto faz de Pedra Branca um modelo de sustentabilidade urbana do ponto de vista ambiental, social e econômico, a partir de um lugar que facilita o encontro entre as pessoas, supre as necessidades dos moradores sendo, ao mesmo tempo, seguro, saudável e próspero. Enfim, um lugar onde as amenidades urbanas convivem em harmonia com o meio ambiente, respeitando os interesses das atuais e das futuras gerações. A Pedra branca alcança esses objetivos empregando os seguintes princípios:
    - Prioridade ao Pedestre
    - Uso Misto e Complementaridade
    - Diversidade de Moradores
    - Senso de Comunidade
    - Densidade Equilibrada
    - Sustentabilidade e Alta Performance do Ambiente Construído
    - Espaços Públicos Atraentes e Seguros
    - Harmonia entre Natureza e Amenidades Urbanas
    - Conectividade e Integração Regional
    O bairro é totalmente sustentável e, atualmente, conta com cerca de 5.000 habitantes, com previsão de crescimento para 30.000 habitantes (capacidade máxima para seu planejamento urbano) nos próximos 15 anos.

    Angela Vidal